Missão Urbana e Evangelismo Infantil pelos Primeiros Missionários Presbiterianos no Brasil – Pr Edgard Casolli Neto

Uma breve avaliação histórica tendo como fonte o Jornal “Imprensa Evangélica” nos seus dois primeiros anos de circulação no Brasil (1864-1865) 

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A experiência tem nos mostrado que negligenciar a educação das crianças no presente é um fracasso garantido no futuro. Isto se aplica tanto na educação religiosa, como na educação formal. O trabalho missionário e a plantação de novas igrejas só serão eficazes se atingirem toda a família, transmitindo um ensino consistente o bastante para perdurar por gerações. A implantação do presbiterianismo em terras brasileiras pelos primeiros missionários não negligenciou este princípio. Devemos olhar para o passado e aprender com os antigos missionários, com seus acertos e com seus erros. Quando olhamos para o passado e observamos alguns princípios imutáveis, nos sentimos mais seguros no presente e podemos olhar para o futuro com mais esperança. Faço aqui uma breve avaliação histórica para detectar qual a importância dada ao tema pelos missionários nos primórdios do presbiterianismo brasileiro. Especialmente, pelo seu pioneiro, Ashbel Green Simonton (West Hanover, 20 de janeiro de 1833 — São Paulo, 9 de dezembro de 1867).

Para isso, será avaliado o mais eficiente veículo de comunicação que eles possuíam na época, ou seja, o jornal “Imprensa Evangélica”. Concentrando-se nos dois primeiros anos de publicação deste periódico (1864-1865), será possível fazer uma avaliação da mentalidade dos missionários acerca deste assunto.

O autor é consciente de que este trabalho se trata apenas de uma amostragem do pensamento missiológico da época, na implantação do presbiterianismo no Brasil. No entanto, esta amostra pode nos despertar para estudos posteriores, assim como nos fazer refletir um pouco sobre o tema no tempo presente.

Protestantismo no Brasil

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Para compreendermos um pouco melhor o dinamismo do presbiterianismo trazido por Simonton, será útil um breve panorama histórico do protestantismo no Brasil.

Acredita-se ser verdade que as primeiras orações proferidas por evangélicos no solo brasileiro, se deram em 1548, quando um náufrago Luterano, Hans Staden, foi lançado nas praias do Brasil. Ao sobreviver a esta aventura, agradece a Deus dizendo:

“Foi assim que o Deus todo poderoso, o Deus de Abraão, Isaac e Jacó, ajudou-me a escapar da violência dos terríveis selvagens. A Ele, todo louvor e glória e honra, por meio de Jesus Cristo, Seu filho querido, nosso Salvador. Amém”[1]

Trata-se de informações autobiográficas, de um incidente no Brasil, sem nenhuma tentativa de se estabelecer neste país.

vilA primeira tentativa de evangélicos se estabelecerem institucionalmente no Brasil, que se tem registro, se dá na implantação da França Antártica, na Baía do rio de Janeiro no ano de 1555, liderada por Nicolas Durand de Villegagnon (Provins, 1510 — Grez-sur-Loing, 9 de janeiro de 1571). O mesmo pediu para o reformador João Calvino enviar ao Brasil huguenotes que o ajudassem na sua empreitada. As intenções de Villegagnon se revelaram traiçoeiras e finalmente esta empreitada fracassou. Os huguenotes que para lá se dirigiram foram enviados de volta de navio e alguns que permaneceram foram mortos. Posteriormente, a história registra uma outra tentativa, a dos holandeses que conquistaram Olinda e o Porto de Recife em 1629 e implantaram ali o Calvinismo.

No entanto, este país católico começou a sofrer mudanças mais sólidas somente após a proclamação da independência e a coroação de D. Pedro I em 1822. Quando houve a convocação de uma Assembléia Constituinte, e em 25 de março de 1824, a Carta Constitucional foi outorgada, tolerando outra religião no país com liberdade de Culto. O Artigo 5º afirma:

“A religião Católica Apostólica Romana continuará a ser a religião do império. Todas as outras religiões serão permitidas com seu culto doméstico ou particular, em casas para isso destinadas, sem forma alguma exterior de templo.”

Já no Artigo 15º lemos:

“As outras religiões além da cristã (Católica Apostólica Romana) são apenas toleradas, e a sua profissão inibe o exercício dos direitos políticos.”[2]

Devido relações comerciais com países protestantes, começou a haver no Brasil o chamado protestantismo de imigração. Assim a liberdade religiosa foi aparecendo gradativamente. O primeiro missionário a vir para o Brasil implantar uma igreja genuinamente brasileira foi Robert Reid Kalley, que em 9 de abril de 1855, juntamente com a sua esposa Sarah Kalley, embarcaram na cidade Southampton, Inglaterra, com destino ao Rio de Janeiro. No entanto, a implantação do presbiterianismo com uma ênfase missionária mais profunda se deu pouco depois com a chegada do missionário americano Ashbel Green Simonton em agosto de 1859.

Ashbel Green Simonton

200px-AshbelGSimontonSimonton nasceu em um lar presbiteriano na cidade de West Hanover, Pensilvânia no dia 20 de Janeiro de 1833.  Iniciou seus  estudos em Direito, mas depois de certa relutância cedeu ao seu chamado e foi para o seminário de Princeton em 1855. Simonton foi despertado para missões ao ouvir um sermão do Dr. Charles Hodge (1797-1878) sobre o assunto.[3] No dia 25 de novembro de 1858, Simonton envia sua proposta formal para a Junta de Missões Estrangeiras, e pouco tempo depois é enviado ao Brasil.

Finalmente em 18 de junho de 1859, Simonton recém ordenado e com apenas 26 anos de idade, embarca no porto de Baltimore com destino ao Brasil. Chegando no Rio de Janeiro no dia 12 de agosto de 1859. Em pouco tempo Simonton dominou a língua vernácula, e seu primeiro trabalho em português foi uma classe de Escola Dominical, com cinco crianças presentes. Assim ele escreve em seu diário:

“No último Domingo dia 22, realizei uma Escola Dominical em minha própria casa. Foi meu primeiro trabalho em português. As crianças dos Eubanks estavam presentes, bem como Amália e Mariquinhas Knaack. A Bíblia, o Catecismo de história sagrada e o “Progresso do Peregrino” de Bunyan, foram nossos textos.”[4]

Assim, começa o trabalho em português deste jovem missionário americano no Brasil destacando o fato de seu primeiro trabalho em português ser com crianças. Aos poucos Simonton recebe apoio de outros missionários e tem muitas conquistas neste país. Em pouco tempo, mas com muito trabalho, Simonton organiza a primeira igreja Presbiteriana no Brasil, no Rio de Janeiro em 12 de Janeiro de 1862. No dia 5 de novembro de 1864, Simonton publica, juntamente com outros amigos, o primeiro número do jornal Imprensa Evangélica. O primeiro jornal evangélico do Brasil e talvez da América Latina. [5]

Em 1865, no dia 16 de dezembro, Simonton juntamente com outros missionários, organizou o primeiro presbitério chamado Presbitério do Rio de Janeiro, apesar de ser em São Paulo, na casa de A. L. Blackford. Nesta mesma data, o ex-padre José Manoel da conceição (1822-1873) convertido ao evangelho, se apresenta ao presbitério com vistas ao Sagrado ministério, e no dia seguinte após e sermão de Conceição e parênese de Simonton, foi ordenado o primeiro pastor presbiteriano brasileiro, o Rev. José Manoel da Conceição.

Simonton, antes destas conquistas, também teve suas tristezas. Em março de 1862, ele recebe notícias de que sua mãe está muito doente. Segue aos Estados Unidos mas não chega a tempo de ver sua mãe, que morre antes de sua chegada. Nos Estados Unidos, Simonton revê seus familiares e amigos, faz viagens e passa o natal deste ano na casa da família Murdoch. Em janeiro de 1863 Simonton declara em seu diário que está noivo de Helen Murdoch, se casam no dia 19 de março e finalmente no mês de maio o casal embarca rumo ao Brasil. No dia 19 de junho de 1864, nasce sua filha com o mesmo nome da mãe, Helen Murdoch. No entanto, alguns dias depois do nascimento da sua filha, sua esposa veio a falecer possivelmente devido complicações decorrentes do parto. Sua morte está registrada no seu diário dia 28 de junho de 1864. Assim ele escreve:

“Deus tenha piedade de mim agora, pois aguás profundas rolaram sobre mim. Helen está estendida em seu caixão na salinha de entrada. Deus a levou tão de repente que ando como quem sonha.”[6]

Sua filha fica sob os cuidados da irmã de Simonton, Elizabeth W. Blackford casada com o missionário Blackford, ambos morando no Brasil. No dia 9 de dezembro de 1867, Simonton veio a falecer em São Paulo, na casa de Blackford, muito doente e com uma febre muito forte. O diagnóstico do médico relata que o mesmo tinha uma “febre biliosa”.

Imprensa Evangélica

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Dentre os feitos de Simonton, destaca-se a Imprensa Evangélica, o primeiro jornal evangélico do Brasil e provavelmente da América Latina.

Simonton juntamente com outros colaboradores e editores, publica o primeiro número do jornal no dia 5 de novembro de 1864. A sua influência não é alcançada por nenhuma outra agência empregada pela Missão.[7] Ainda nos preparativos para o lançamento do periódico, Simonton registra em seu diário as seguintes palavras acerca dos originais do jornal, que já estavam prontos no dia 25 de outubro de 1869:

“Ontem de manhã, Santos Neves e Quintana vieram até nossa casa receber os originais do primeiro número da Imprensa Evangélica, o jornal semanal que resolvemos publicar.”[8]

 De fato, o jornal deveria ser semanal, mas como Simonton mesmo afirma em seu diário, isto seria impossível. Finalmente o jornal acaba sendo  editado quinzenalmente. Junto com ele nesta empreitada estavam José Manoel da Conceição e Blackford na redação. Assim lemos:

“A imprensa Evangélica tem me dado muita ansiedade. Foi começada com o Padre Conceição eu e o Sr. Blackford na redação, deixando para Neves e Quintano a gerência. Foi programado para sair uma vez por semana. Poucos dias foram suficientes para mostrar a insensatez de tal plano e a certeza de ficarmos envolvidos em grandes perdas se não assumíssemos a gerência.”[9]

O periódico tinha 8 páginas e o primeiro número da Imprensa Evangélica, com a tiragem de 450 exemplares, foi impresso na Typographia Universal de Laemmert, no entanto, devido as ameaças que esta gráfica sofreu, o segundo exemplar foi publicado em outra gráfica, na Typographia Perseverança. [10] O propósito deste periódico é relatado pelo próprio Simonton em relatório ao Presbitério, ao dizer que este periódico foi publicado “como meio de levar o conhecimento de Cristo a muitos que não consentissem em freqüentar o Culto público.”[11]

Observa-se a preocupação do jovem missionário em atingir as pessoas que ainda não conheciam a Cristo e para isto usou este poderoso meio de comunicação da época, na tentativa de se comunicar com os não convertidos. O jornal era o primeiro contato dos não convertidos com o Evangelho.

Através deste jornal as pessoas eram evangelizadas e doutrinadas, pois os convertidos eram instruídos e edificados com a leitura deste periódico, que fez grande sucesso na época. O conteúdo era bem diversificado, trazia doutrinas, mensagens bíblicas e muitos artigos preciosos. Haviam textos dos próprios editores assim como traduções de outros autores. No final de cada edição, havia um tópico intitulado “Noticiário”, contendo notícias da Europa, América do Norte e de países de outros continentes.

O jornal “Imprensa Evangélica”, continuou a ser publicado mesmo depois da morte de A. G. Simonton em dezembro de 1867. Foi publicado durante 28 anos, de novembro de 1864 até julho de 1892. Seu último exemplar data 02/07/1892.

Imprensa Evangélica e Evangelismo Infantil

Dentre os vários assuntos tratados nas edições da Imprensa Evangélica, destaca-se a preocupação com a família. Na primeira edição (05/11/1864), segue o título “Instrução e Culto Doméstico” tratando sobre o “Pai nosso”. Neste tópico, feito de perguntas e respostas, a primeira palavra é dirigida aos filhos dizendo:

Meu filho, o que é orar? Resposta: É dizer a Deus tudo o que sentimos e pedir a ele em nome de Jesus o que precisamos. Os meninos podem dirigir-se a Deus com a mesma confiança com que se dirigem a seus pais.[12]

Esta coluna sobre “instrução e Culto Doméstico”, continua com o “Pai Nosso” em mais três números, o n.2 e o n.3 concluí o tópico. No final de cada tópico havia alguns versos para serem decorados referentes aos assuntos e um exemplo de oração. Esta coluna continua nas outras edições, variando o tema. O segundo tema, por exemplo, trata dos “Dez Mandamentos”.

Dentro desta ênfase aos pais para com a educação de seus filhos, na 3a edição, logo após o “Noticiário” ou seja, justamente o último artigo do jornal, há uma palavra dirigida aos pais intitulada: “Advertência aos Pais de Família”, assim está escrito:

“Confessadamente a instrução doméstica é coisa de primeira importância. De direito natural os pais são os legítimos tutores de seus filhos, e sobre tudo em matéria de moral e religião. Eles não podem de todo, resignar este direito, sem faltarem ao primeiro dever que lhes impõe a Lei, tanto natural como divina. Julgamos prestar um grande serviço oferecendo em cada número da Imprensa Evangélica, um artigo que possa indicar um método conveniente para a satisfação deste dever. Não será escusado dizer que fica completamente á disposição dos pais o fazer as perguntas a seus filhos, limitando-nos apenas a dar uma norma em nossos artigos.”[13]

Observamos a preocupação dos primeiros missionários em alcançar as crianças. Responsabilizando os pais no dever de conduzi-los aos pés de Cristo, afirmando que isto é uma “Lei tanto natural como divina”, e sugerindo aos pais que façam as “perguntas a seus filhos”.

Esta marca dos missionário e líderes nos primórdios do presbiterianismo brasileiro, para com a evangelização e educação das  crianças, fica mais evidente e se torna ainda mais intensa, a partir da 7a edição do jornal, com data de 04 de fevereiro de 1865. A partir desta edição até a edição de n.13, ou seja, durante 7 edições do jornal, foi publicado um “Breve Catecismo para meninos”, ocupando algumas vezes, mais de uma página.

Este catecismo continha 203 perguntas que os pais deveriam fazer a seus filhos, segundo a orientação e sugestão do jornal. Segue uma nota na primeira edição do catecismo dizendo:

“Sumamente gratos a digna senhora que nos ofereceu esta tradução do inglês, nós chamamos a atenção dos senhores pais de família para estas doutrinas tão puras e salutares; e o fazemos com a melhor da boa vontade, porquanto também nos lisonjeia a colaboração de tão eminente tradutora.”[14]

Além de citar parte da fonte, ou seja, uma “digna senhora” e “eminente tradutora”, que deve ter traduzido este catecismo, os editores também reafirmam a preocupação do jornal chamando novamente a atenção dos “pais de família” para “doutrinas tão puras e salutares”.

As 203 perguntas deste catecismo infantil, são simples e objetivas. A primeira edição de fevereiro de 1865, sai com as primeiras 32 perguntas, sendo que as duas primeiras perguntas apontam para o Deus criador e salvador:

        1. Quem vos creou? Resposta: Deus

        2. Quem vos remiu? Resposta: Jesus Cristo

Apesar deste catecismo para meninos ser simples o bastante para o entendimento de uma criança, ele praticamente trata de todas as doutrinas elementares da fé cristã, O Deus criador e salvador (Perg.1,2), a razão porque as crianças devem amá-lo sobre todas as coisas (Perg. 33), Trindade (Perg.42), o problema do pecado (Perg. 59), sobre o Pacto das obras e da graça (Perg. 76,77), a morte de Cristo (Perg. 118), trata também do juízo eterno, do inferno e do céu, sacramentos, etc.

Finalmente este catecismo se encerra na edição de n.13, com data de 6 de maio de 1864, e a última pergunta, a de n.203:[15]

          203. Qual será o resultado das vossas orações sinceras e vida santa? Resposta: O pleno gozo de Deus em Cristo, e triunfante louvor á Ele para sempre e sempre

Na edição de n.15, com data de 3 de junho de 1865, O jornal publica um artigo intitulado: “Regras para a Educação da criança”, e os editores prescrevem, acerca do artigo: “O que se segue é digno de ser impresso em letras de ouro, e posto em um lugar conspícuo em toda a casa”[16]  E o artigo segue com 14 regras, iniciando a 1a  regra dizendo:

           1. Desde a mais tenra infância das vossas crianças inculcai-lhes a necessidade da mais pronta obediência.

Assim, o texto segue pontuando uma série de regras, mostrando de maneira muito prática como se deve educar uma criança e educá-la nos caminhos do Senhor. Como a criança deve ser disciplinada, orientada, etc.

A preocupação de Simonton e de seus colaboradores pode ser observada em quase todas as edições da Imprensa evangélica. Na edição de n.18, com data de 1865, segue mais um artigo voltado para a evangelização e educação das crianças, com o seguinte título:

             “Daí a vossos filhos uma Bíblia e um ofício, e Deus seja com eles.”[17]

Mais uma vez é possível ver a preocupação que os missionários tinham com as crianças. Este artigo trata da vida da criança nos dois aspectos, ou seja, a “Bíblia” refere-se á educação religiosa e o “Ofício” á educação formal, até uma profissão secular, onde a criança segue sua vocação.

Conclusão

Com esta breve e sucinta avaliação dos dois primeiros anos da Imprensa Evangélica, podemos concluir que havia uma ênfase dos editores deste jornal, liderados por Simonton, para com a família e mais especificamente com a educação e evangelização das crianças. Trabalhar com os adultos e se esquecer das crianças é um erro grave, que os missionários não cometeram. Fica evidente também que, o principal responsável por conduzir a criança nos caminhos do Senhor não é a igreja e sim os pais. À igreja cabe conscientizar os pais deste dever, o que fizeram muito bem os missionários. A igreja coopera, capacita e auxilia os pais no nobre dever de conduzir os pequeninos aos pés de Cristo.

Estes valores e princípios ficam patentes através da avaliação destes artigos, que foram publicados no jornal que Simonton fundou e dirigiu juntamente com outros colaboradores. Esta preocupação dos primeiros missionários presbiterianos no Brasil evidencia que, de fato, os homens e mulheres que aqui trouxeram o evangelho eram visionários. Inculcar o evangelho nas crianças através de seus pais e responsáveis é fundamental para garantir o progresso do evangelho na geração seguinte.

O trabalho destes missionários nos primórdios do presbiterianismo brasileiro não foi em vão, pois as gerações seguintes deram continuidade aos esforços destes pioneiros.

Esta breve amostra nos faz refletir um pouco sobre a situação atual em que vivem muitas de nossas igrejas. Lamentavelmente vemos muitos filhos de fiéis se afastando do evangelho como nunca antes, e muitas vezes isso ocorre por não terem sido orientados pelos pais com o mesmo fervor e ênfase que os missionários deram no passado a este assunto. Que o exemplo do passado nos desperte para uma ação mais fervorosa no presente, visando colher melhores frutos no futuro.

_____________

[1] STADEN, Hans A verdadeira História. Rio de Janeiro: Dantes Livraria, 1999. Pg.120. Citado por MENDES, Marcel (org.) Simonton, 140 anos de Brasil São Paulo: Ed. Mackenzie pg.16.

[2] Ver  CARDOSO, Douglas Nassif Robert Reid Kalley   Edição do Autor, pg.39 Ver também MENDES, Marcel (org.) op. cit.  pg.36. COSTA, Hermisten Maia Pereira da Simonton, um homem dirigido por Deus São Paulo: Ed. Mackenzie. Pg.9

[3] COSTA, Hermisten Maia Pereira Simonton, um homem dirigido por Deus São Paulo: Ed. Mackenzie. Pg.16

[4] SIMONTON, A. Green O Diário de Simonton 1852 – 1866 São Paulo: Cultura Cristã, 2002 pg.140

[5] COSTA, Hermisten Maia Pereira op. cit.. Pg.47

[6] SIMONTON, A. Green op. cit. pg.164

[7] FERREIRA, Júlio Andrade História da Igreja Presbiteriana do Brasil I São Paulo: Casa Editora Presbiteriana, 1992 pg.52. Júlio Andrade cita o relatório anual datado de 24 de janeiro de 1867.

[8] SIMONTON, A. Green op. cit. pg.168.

[9] SIMONTON, A. Green op. cit. pg.169.

[10] Ver COSTA, Hermisten Maia Pereira op. cit.. Pg.49

[11] Relatório de Simonton apresentado ao Presbitério do Rio de Janeiro no dia 10/07/1866. Pg.6 e citado por COSTA, Hermisten Maia Pereira op. cit.. Pg.48

[12] Imprensa Evangélica n.1 (1864)  pg.2

[13] Imprensa Evangélica n.3 (1864)  pg.8

[14] Imprensa Evangélica n.7 (1865)  pg.8

[15] Imprensa Evangélica n.13 (1865)  pg.8

[16] Imprensa Evangélica n.15 (1865)  pg.8

[17] Imprensa Evangélica n.18 (1865)  pg.7

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