Esboço de um breve discurso aos formandos do Exército Brasileiro

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A convite do Exército Brasileiro, o pastor Edgard esteve falando aos jovens formandos no dia 24/11/2017

“A sorte é quando a preparação encontra a oportunidade” Dwight Eisenhower

Depois de quase um ano de serviço, hoje vai ser o último dia com esta farda. Servir no Exército é uma forma que a nação tem de preparar jovens combatentes para uma possível batalha, que muito provavelmente nunca acontecerá, assim esperamos. Mas certamente é uma forma de preparar jovens combatentes para a “batalha da vida”. Ainda que, como disse Rui Barbosa: “O Exército pode passar cem anos sem ser usado, mas não pode passar um minuto sem estar preparado.”

Na batalha da vida, vocês terão muitos desafios pela frente: Estudar, se formar, seguir uma vocação, arranjar um emprego, formar uma família, sobreviver neste mundo cada vez mais violento, com todos os seus valores invertidos, um mundo sem misericórdia e entregue a corrupção. Como disse Eisenhower, a sorte só acontece quando vocês estiverem preparados para as oportunidades que surgirem. Por isso, preparem-se, pois quando a oportunidade aparecer estarão aptos para agarrá-la!

Para o sucesso nesta batalha da vida, vocês precisarão de oração e trabalho! Sirvo-me do discurso de Rui Barbosa “Oração aos Moços” proferida aos formandos de 1920 na Faculdade de Direito do Largo São Francisco – USP.

Oração e trabalho são os recursos mais poderosos na criação moral do homem. A oração é o íntimo sublimar−se d’alma pelo contacto com Deus. O trabalho é o inteirar, o desenvolver, o apurar das energias do corpo e do espírito, mediante a ação contínua de cada um sobre si mesmo e sobre o mundo onde labutamos. O indivíduo que trabalha, acerca−se continuamente do autor de todas as coisas, tomando na sua obra uma parte, de que depende também a dele. O criador começa, e a criatura acaba, a criação de si própria. Quem quer, pois, que trabalhe, está em oração ao Senhor. Oração pelos atos, ela emparelha com a oração pelo culto. Nem pode ser que uma ande verdadeiramente sem a outra. Não é trabalho digno de tal nome o do mau; porque a malícia do trabalhador o conta− mina. Não é oração aceitável a do ocioso; porque a ociosidade a dessagra. Mas, quando o trabalho se junta à oração, e a oração com o trabalho, a segunda criação do homem, a criação do homem pelo homem, semelha às vezes, em maravilhas, à criação do homem pelo divino Criador.”

Nesta batalha da vida, vocês irão precisar de oração e trabalho, muita garra e determinação para vencer, mas no afã de vencer a batalha da vida muitos se perderam, por isso nunca se esqueçam do autocontrole e do domínio próprio. Para isso guardem este provérbio do sábio Salomão:

“Melhor é o homem paciente do que o guerreiro, mais vale controlar o espírito do que conquistar uma cidade” (Provérbios 16:32)

Duas palavras destacam-se neste verso: Paciência e Controle. PACIÊNCIA: pressupõe persistência, perseverança, fé. CONTROLE: É uma das grandes virtudes, pois pressupõe domínio próprio, autocontrole, mansidão (mansidão não é fraqueza, mas controle da força). A pior derrota é quando perdemos para nós mesmos por falta de paciência e autocontrole!

Por fim, nesta batalha da vida, quando você for abatido e pensar em desistir, quando você não tiver mais forças para continuar, você vai precisar de humildade, pois ela será necessária para pedir ajuda, levantar e continuar novamente. Digo humildade no sentido oposto ao orgulho ignorante. Humildade nos capacita a pedir ajuda para os colegas, pais, mestres, para quem tem mais experiência, mas principalmente para Deus que sempre nos oferece ajuda. Jesus disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus 11:28-30)

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Rev. Edgard Casolli Neto e Subtenente Fernandes
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A ESPIRITUALIDADE E O CUIDADO COM OS ANIMAIS

A-humanização-do-comportamento-dos-animais-domésticos3.pngA “humanização dos animais” é uma tendencia atual, o que não é bom nem para o próprio animal, dirá para os humanos. Tira a identidade do animal, a liderança e autoridade do homem sobre ele, o que o faria se sentir cuidado e protegido.
Em São Paulo, por exemplo, desde 2004 já há mais Pet shops do que farmácias, nada contra o Pet shop, mas isso mostra o desequilíbrio que vivemos. O resultado está aí diante de todos, pois no tempo das vacas gordas do brasileiro o comércio de animais cresceu descontroladamente, (já somos o 4o país em número de animais domésticos e o 2o em número de cães) mas com a crise eles passaram a ser abandonados, (o aumento foi de 70%) e hoje são cerca de 30 milhões nas ruas do país, e vai aumentar. Este é o resultado do desequilíbrio: o descarte e maus tratos com os animais. De quase humanos, hoje tornaram-se menos do que animais!
Tudo no seu devido lugar. Igualar a vida animal com a vida humana é um erro grosseiro que no fim prejudicou o próprio animal. O homem é a única criatura feita à imagem de Deus e seu valor reside nisso. Devemos, no entanto, respeitar e cuidar do restante da criação.
Os primeiros humanos na terra foram incumbidos de cuidar dos animais e até de dar nomes a eles. No dilúvio, “Deus lembrou-se de Noé e de todos os animais selvagens e rebanhos domésticos que estavam com ele na arca…” (Gênesis 8:1).
A Bíblia é repleta de exortações a respeito dos animais:
  • “Se você vir o jumento de alguém que o odeia caído sob o peso de sua carga, não o abandone, procure ajudá-lo” (Êxodo 23:5).
  • “Observem os corvos: não semeiam nem colhem, não têm armazéns nem celeiros; contudo, Deus os alimenta” (Lucas 12:24) e
  • “os leõezinhos rugem pela presa e buscam de Deus o sustento” (Salmo 104:21).

Por fim, nossa espiritualidade se revela no cuidado com os animais, nem “quase-humanos” e nem “sub-animais”, como lemos:

  • “O justo atenta para a vida dos seus animais, mas o coração dos perversos é cruel”.(Provérbios 12:10)

Adore a Deus, ame as pessoas e

respeite os animais, como animais!

Veja as consequências de se humanizar os animais em um site sobre animais. Não é pecado colocar fita no animal, um tecido para aquecer no frio… não é isso. É uma mentalidade crescente que prejudica o animal. Veja este artigo: https://meusanimais.com.br/as-consequencias-humanizar-os-animais-estimacao/#

Jovens Casais e a Arrebentação do Mar

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Na praia experimentamos o que chamamos de “arrebentação” nos primeiros metros do mar, conformes entramos na água. Neste perímetro o mar é mais agitado, mas depois que você avança para onde as ondas não quebram, ele é mais calmo. No casamento acontece algo muito parecido. Os primeiros anos são os mais difíceis, pois exigem adaptação, amadurecimento e sabemos que amadurecer dói. O casal tem que deixar pai e mãe, deixar de ser mimado, deixar de ser o príncipe e a princesa da casa para virar um homem e uma mulher de verdade. Fazer sexo não te faz homem nem mulher, agora casar e aguentar a arrebentação sim. Crescer dói e exige sacrifício dos dois lados. As vezes precisamos mudar hábitos arraigados por anos, para salvar a família e o casamento. Nesta hora descobrimos que a “vida a dois” não é um conto de fadas, não é um seriado de TV.

Há muitas razões que levam ao divórcio, mas muitos casais desistem nos primeiros anos e perdem o jogo logo no início, por pura falta de paciência. Muitos divórcios que acompanhei de casais mais jovens, poderiam ser evitados se fossem simplesmente mais pacientes. É necessário esperar a arrebentação passar e amadurecer com ela, pois só depois colhemos os frutos da estabilidade e maturidade conjugal. Jovem casal, saiba que ninguém mais que seu cônjuge será usado por Deus para o seu crescimento pessoal e espiritual. As vezes com os pais aprendemos o básico, a educação elementar, e por uma série de razões alguns pais nos “superprotegeram” e se ficássemos com eles nunca alcançaríamos a maturidade. Nestes casos, somente o casamento nos ensinará a ser um homem e uma mulher de verdade. Aproveite a oportunidade e deixe de ser criança, se torne logo um  adulto, para poder usufruir da bonança e estabilidade emocional que só quem é adulto, e sobreviveu a arrebentação, pode usufruir.

Velhos casais também enfrentam problemas, mas de outra categoria. Uma premiada jornalista, Jo Piazza, visitou 20 países pedindo conselhos a centenas de mulheres sobre como sobreviver a “arrebentação” dos primeiros anos na vida do casal. O resultado foi o livro How to Be Married: What I Learned from Real Women on Five Continents About Surviving My First (Really Hard) Year of Marriage (“Como viver o casamento: o que eu aprendi de mulheres reais dos cinco continentes sobre sobreviver ao meu primeiro (e realmente difícil) ano de casada”. Se você está vivendo este decisivo e importante período do casamento, seja bem vindo(a) ao “clube” pois pessoas do mundo inteiro sentem exatamente o que você está sentindo, ouçamos algumas de suas dicas:

  1. Dinamarca: deixe o telefone de lado e crie um lar aconchegante

O celular é um aparelho poderoso: pode receber mais atenção do que qualquer pessoa ao seu redor. Não foi uma surpresa, portanto, que em boa parte dos países ocidentais, Jo ouvisse esse conselho. Mas foi na Dinamarca que ela constatou uma decisão realmente firme a esse respeito por parte de homens e mulheres: “Quando você está com seu cônjuge, realmente tem que estar com seu cônjuge”, disseram a ela. Do país escandinavo, ela aprendeu ainda a palavra hygge, que significa algo como “a arte de criar um lar onde seja possível se sentir acolhido” – uma habilidade fundamental para um lar feliz.

  1. Índia: pratique a gratidão em seu relacionamento

Das mulheres que vivem em pequenos povoados ao longo do rio Brahmaputra, Jo aprendeu a nunca comparar o seu casamento com o de outros casais. Em vez disso, é preciso ser verdadeiramente grata por tudo de bom que o cônjuge faz e expressar com frequência essa gratidão. Já em Meghalaya, onde vive uma das poucas comunidades matriarcais do mundo, o conselho foi que todas as decisões sobre o dinheiro devem ser tomadas em conjunto, mesmo quando um dos cônjuges contribui mais que o outro para o orçamento familiar.

  1. Israel: cuide de você

“É fácil se perder em um casamento”, disseram a Jo várias judias ortodoxas que vivem em Jerusalém – mulheres fortes e destemidas, prontas para proteger a sua família em uma das regiões mais instáveis do mundo. “É fácil que, cuidando do marido e dos filhos, nos esqueçamos de cuidar de nós mesmas. Tome tempo para você e o casamento também será melhor para ele”. Esse cuidado pode vir de vários modos, segundo as sugestões das israelenses: “Faça um passeio sozinha, medite, tome um bom banho, prepare a sua comida favorita…

  1. Holanda: priorize a sua família como aquilo que é mais importante em sua vida

Na Holanda, Jo percebeu que as mulheres não permitem que suas carreiras interfiram em seus relacionamentos. A maioria das mulheres holandesas – 75% –, casadas ou não, optam por trabalhar a tempo parcial para ter mais tempo para seu casamento, seus filhos e seus interesses pessoais. Elas chamam essa opção de “decisão libertadora” – bem diferente de outros contextos em que isso seria julgado como uma concessão ao patriarcado.

  1. México: purifique-se de suas inseguranças

No México, Jo foi aconselhada a se libertar daquela pesada carga de inseguranças e traumas com a qual muitas vezes se chega ao casamento: se os seus pais se separaram, isso não significa que você vai se separar também, e se o seu primeiro namorado enganou você, não quer dizer que seu marido vai fazer o mesmo

      6. Quênia e Tanzânia: amplie o círculo de pessoas que estão dispostas a ajudar

Na África subsaariana, Jo esteve com as tribos Maasai e Samburu. Nessas tribos, as mulheres reconhecem que necessitam umas das outras para compartilhar as cargas da vida. Já no Ocidente, tendemos a nos isolar, formando “tribos de dois”, como escreve Jo. “É imperativo que ampliemos nossas tribos”, diz ela, ampliando o nosso círculo de amigos e fazendo crescer uma cultura mais relacional, em que procuremos ajudar mais uns aos outros na criação dos filhos.

Estes conselhos são úteis, mas nada disso terá força em um relacionamento onde não impera o amor. Um dos textos mais belos da Bíblia que celebra o amor é a passagem de 1a Coríntios 13. O texto inicialmente não foi dirigido para “namorados ou casais, mas certamente estes podem beber daqui os princípios básicos que devem orientar os relacionamentos”    Dr Augustus N. Lopes. Esta passagem foi uma carta direcionada para uma comunidade de pessoas que estavam se esfacelando, justamente por falta de amor. Este não é um problema muito atual nos casamentos e famílias modernas? Pois bem, o autor mostra a “Excelência do Amor” em três blocos: Só o amor que conta v1-3, Só o amor que triunfa v4-7, Só o amor que permanece v8-13. Desta forma, podemos desafiar os casais a viverem o amor maduro e duradouro que só uma caminhada a longo prazo pode proporcionar aos dois:

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos; mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado. Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. (1 Coríntios 13: 4-11)

Fonte: http://www.semprefamilia.com.br/como-viver-o-primeiro-ano-de-casamento-7-conselhos-de-varios-paises-do-mundo/

Cantamos aquilo que cremos?

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A música GOSPEL em cinco categorias, com sua ênfase de acordo com cada contexto em que foi composta, refletindo suas respectivas teologias e crenças, em uma escala de qualidade progressiva:
1o. Ênfase Neopentecostal: (Cântico triunfalista, enfatiza o sucesso do homem em detrimento da glória de Deus. De acordo com sua teologia, seus cânticos nos ensinam a determinar e exigir as bênçãos de Deus, o homem é senhor de sua história e destino, Deus é servo. Gera frustração, decepção e abandono da fé a longo prazo).
2o. Ênfase Pentecostal: (Obsessão por cura e vitoria, ensina e estimula a tomar posse da bênção, faz declarações de curas e vitórias humanas em detrimento da dependência de Deus, não leva o adorador à humildade, não enfatiza mudança e transformação de vida, nem submissão à vontade soberana de Deus. Um pouco menos pior que a anterior, mas ainda assim, ensina que o homem é senhor de sua história e destino e Deus é um servo. Gera frustração, decepção e desânimo na fé, ao enfrentar a realidade da vida e a longo prazo também pode levar o cristão a abandonar sua fé).
3o. Antibíblica e antropocêntrica: (Centrada no homem, enfatiza os atos dos homens e não os atos de Deus, canta-se o que os homens fazem, falam, tocam, pisam, sobem, descem, etc. Não se canta os atos e as grandezas de Deus, não tem nada com o Deus soberano e todo poderoso da Bíblia. O homem continua sendo o protagonista e Deus coadjuvante na história de sua vida, não gera transformação, confiança e nem dependência de Deus.)
4o. Bíblica, mas técnica e teologicamente pobre: (Correta em sua ênfase nos atos de Deus e não nos atos do homem, enfatiza a grandeza e o poder de Deus, procura promover a dependência e a confiança em Deus, no entanto, muito pobre em sua letra e arranjos, geralmente com repetições excessivas formando um mantra gospel. Em tudo é pobre! Deus merece mais!)
5o. Bíblica e tecnicamente rica: (Correta em sua ênfase nos atos de Deus e não nos atos do homem, busca-se a glória de Deus e não do homem, enfatiza a confiança e dependência em Deus e Seus planos e não nos nossos. Contém riqueza poética, na melodia e nos arranjos. Teologicamente consistente e tecnicamente rica, pois Deus merece o melhor! Gera humildade no adorador, transformação do homem e submissão à soberana vontade de Deus, gera confiança e dependência ao Deus da Bíblia que é amoroso, justo e fiel! Não são apenas os cânticos antigos, mas alguns cânticos contemporâneos são elevados e suprem estes requisitos, basta procurar.
Em resumo, cantamos o que cremos. Boa música sacra, exige necessariamente boa teologia, pois cantamos a nossa fé! Precisamos respeitar a fé dos outros mas é no mínimo esquizofrênico querer ser membro de uma igreja reformada, como a Igreja Presbiteriana do Brasil por exemplo, e cantar a fé de outras vertentes. Queremos apresentar o melhor para Deus e assim evoluir progressivamente até alcançar a excelência para a glória de Deus.
Veja mais sobre o tema na série de estudos: LOUVOR E ADORAÇÃO (Uma perspectiva histórica e teológica)

A maior luta do mundo

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Tenho visto a Deus face a face, e a minha alma foi salva. (Gênesis 32:30)

A maior luta do mundo ocorre quando o homem luta com Deus. Nesta passagem Jacó havia acabado de lutar com Deus. Uma causa muito específica estava em jogo, mas quando a luta terminou, sua alma foi salva e ele percebeu que esteve face a face com Deus.

Hoje, o homem ainda luta com Deus quando é confrontado em seu coração. Podemos fugir da face de Deus durante toda uma vida, resistir temporariamente ao Seu chamado, nos esconder em meio a roda viva do dia a dia, nos entorpecer e fugir da realidade… No entanto, mais cedo ou mais tarde seremos confrontados com o inevitável. Deus é uma realidade inegável e todos teremos que comparecer perante Ele.

Não fuja, mas se renda o mais cedo possível a esta graça irresistível antes que seja tarde de mais, e descobrirá um Pai amoroso e pronto para nos perdoar e nos aceitar. Veja a Deus face a face e sua alma será salva!

Shrek, a ovelha perdida

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Shrek, a ovelha perdida que ficou sem tosa por 6 anos. O caso ocorreu na Nova Zelândia e quando ela foi encontrada, já quase não conseguia mais andar, pois dezenas de quilos de lã se tornaram um fardo pesado.

No passado, em terras bíblicas, era comum ovelhas se perderem. Uma rica ilustração usada nos textos antigos para se referir ao ser humano longe de Deus. Enfermidades emocionais e espirituais, e até frustrações religiosas vão se acumulando, se tornando um fardo pesado. Até que Deus, o Pastor de nossas almas nos encontra e nos resgata de vãs filosofias, perdidos em nossas ilusões, cansados dos fardos pesados:

“Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas, e eu as farei repousar, diz o Senhor DEUS. A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei…” (Ez 34.15-16)

Por isso o convite de Jesus Cristo para você: “Vinde a mim vós todos que estão cansados e sobrecarregados que eu vos aliviarei” (Mt 11.28)